Músico e historiador. Toca violão, viola, tiple, charango, cuatro, kora n’goni, saz e percussão variada. Principal característica é viajar e pesquisar sons de diversas partes do Brasil e do mundo, com uma respeitada carreira nacional e internacional.
Tem 25 trabalhos produzidos entre CDs, DVDs e documentários. É diretor da Orquestra Mundana, que em 2017 completou 15 anos e passou a chamar-se Orquestra Mundana Refugi com 22 músicos do Brasil e de várias partes do mundo a partir do Projeto Refugi. Músicos do Irã, Palestina, Síria, Congo, China, Cuba, França, Guiné, Tunísia, Turquia, fazem parte da Orquestra e gravaram o CD lançado pelo selo SESC em 2017.
Foram 45 países e já atuou como solista ou em Grupo, participando dos grandes festivais. Atuou no Brasil nas principais salas como Sala São Paulo, Espaço das Américas, Tom Brasil, Auditório Ibirapuera, Sesc Pompéia, Vila Mariana e Pinheiros, Teatro São Pedro e Teatro Municipal.
Com 41 anos de carreira, já atuou e gravou com grandes nomes do Brasil e do exterior, como Tom Zé, Adoniram Barbosa, Jair Rodrigues, Vânia Bastos, Fátima Guedes, Filó Machado, Oswaldinho do Acordeom, Grupo Tarancón, Badi Assad, Terra Brasil, Susana Baca do Peru, Carlos Nuñes e Canisares da Espanha, Paul Winter dos EUA, Mahala Räi Band e Ionel Manole Trio (Taraf de Haidouks) da Romênia, Isabel Parra e Tita Parra do Chile, Carácas Son Siete da Venezuela, Samir e Wissan Jubran da Palestina, Antonio Chainho de Portugal, Siwan Perver do Kurdistão, Grupo 4SHURE da Holanda, Pascal Lefeuvre da França, Petros Tabourius da Grécia, Xabi Lozano da Espanha, Tenores de Bitti, da Itália, Bilja Bistri da Sérvia, Djiguiya de Burkina Faso, Chris Stout da Escócia, dentre muitos outros artistas. Em 2018 foi finalista do Prêmio de melhor artista instrumentista.